crédito visível é o salário
Créditos
Ninguém ganha dinheiro no Batuta. O que se ganha é nome — no portal, no dataset e no repositório.
Quem construiu
Filipe Pawlik Leite
concepção, protocolo e o Batuta Zero · @filipecrocks
Ideias que vieram de fora
Este projeto não abriu nenhum repositório concorrente antes de escrever o próprio código. Mas ideia boa se credita, mesmo quando a implementação é própria:
| de onde | o que | licença |
|---|---|---|
| RealTapeL/SkillPilot | agrupar skills parecidas e sugerir desambiguação — o comando conflicts | MIT |
| SkillRouter (arXiv 2603.22455) | rankear por texto completo, nunca por metadado — queda medida de 31 a 44 pontos | MIT |
| Roni-quant/skill-radar | silêncio no ruído como regra, não como ajuste fino | — |
| OpenTimestamps | âncora externa de tempo, de graça | LGPL |
Colaboradores
Ainda não há colaboradores externos.Quando houver, o nome entra aqui e no dataset — não numa lista de agradecimentos qualquer, mas junto do número que a pessoa ajudou a produzir.
Como entrar nesta lista
- rodar o protocolo do Batuta Zero e publicar o cru
- escrever uma tarefa da bateria com critério de aceite que se sustente
- portar o caminho quente para outra linguagem e passar a bateria de conformidade
- achar e provar um erro no nosso método
O que não entra: quantidade de commits, tempo de casa, ou ter chegado cedo.